Direcção-Geral da Saúde (DGS) admite, para este ano, uma intensa actividade gripal com registo de alguns casos graves.A previsão da entidade tem por base os indicadores que chegam de outros países, em particular do norte da Europa.
“Atendendo ao padrão internacional, é possível que em Portugal, este ano, também tenhamos uma actividade gripal intensa e com alguns casos graves”, explica Graça Freitas, sub-directora da Direcção-Geral da Saúde.
A actividade gripal no nosso país costuma ser tardia. O pico, por regra, acontece em meados de Fevereiro, mas a vacinação deve ser feita já, refere Graça Freitas.
“Quem não se vacinou ainda e que pertence a um grupo de risco – nomeadamente pessoas idosas, pessoas doentes (com patologia crónica) e grávidas – que se dirijam ou contactem o centro de saúde ou a farmácia, porque ainda há vacina disponíveis”, aconselha.
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