Os hospitais privados que aderiram ao programa de combate às listas de espera estão sem receber, há pelo menos meio ano, e as dívidas também são significativas na prestação dos cuidados continuados pagos pelo Estado.
Estes atrasos estão a colocar muitos entraves de tesouraria em alguns grupos privados de saúde, segundo a mesma fonte.
Metade dos associados da APHP aderiu ao Sistema de Gestão dos Utentes Inscritos para Cirurgia (SIGIC), que visa combater as listas de espera, e todos eles registam atrasos no pagamento de pelo menos seis meses.
A situação é ainda mais grave nos cuidados continuados, segundo a mesma fonte, que adianta que os atrasos no pagamento estão a levar as unidades de saúde a não aderirem à rede.
No caso dos cuidados continuados, a situação agrava-se porque a dívida aumenta de mês para mês, obrigando a mais despesa.
A mesma fonte disse que têm existido vários contactos com a tutela, bem como a promessa de pagamentos.
Começa-se a levantar o véu do porquê das medidas troikianas na saúde.
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