A vacinação contra a
gripe sazonal é fortemente recomendada para os grupos prioritários:
Pessoas
com idade igual ou superior a 65 anos, doentes crónicos e
imunodeprimidos, com 6 ou mais meses de idade, grávidas com tempo de
gestação superior a 12 semanas, profissionais de saúde e outros
prestadores de cuidados (lares de idosos, designadamente).
A
vacina contra a gripe é gratuita para pessoas com idade igual ou
superior a 65 anos e está disponível nos centros de saúde, não
necessitando de receita ou guia médica para ser administrada.
Podem,
também ser vacinadas gratuitamente as seguintes pessoas, mesmo que
não tenham 65 ou mais anos de idade:
residentes em lares de
idosos de instituições particulares de solidariedade social (IPSS)
com acordos de cooperação com a Segurança Social, residentes em
lares de idosos das Misericórdias Portuguesas, residentes em
Estabelecimentos Integrados para idosos (lares com gestão direta da
Segurança Social), doentes integrados na Rede Nacional de Cuidados
Continuados Integrados (RNCCI), profissionais de saúde do SNS com
recomendação para serem vacinados, crianças e adolescentes
institucionalizadas que apresentem doenças crónicas e condições
para as quais se recomenda a vacina, pessoas com deficiência
acolhidas em Lares de Apoio, Lares Residenciais e Centros de
Acolhimento Temporário, pessoas apoiadas no domicílio pelos lares
de idosos com acordo de cooperação com a Segurança Social ou
Misericórdias Portuguesas, doentes apoiados pelos serviços de
cuidados continuados dos ACES e não integrados na Rede Nacional de
Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), doentes internados em
unidades de saúde dos ACES com internamento e doentes internados em
hospitais do Serviço Nacional de Saúde que apresentem patologias
crónicas e condições para as quais se recomenda a vacina.
Além
dos grupos prioritários, está também aconselhada a vacinação às
pessoas com idade entre os 60 e os 64 anos. A vacina deve ser
administrada, de preferência em outubro.
A
vacinação dos profissionais cuja atividade resulte num risco
acrescido de contrair e/ou
transmitir
gripe deve seguir os critérios definidos pelos respetivos Serviços
de Segurança,
Higiene
e Saúde no Trabalho.
II
Desabafo Eleitoral
No
ainda rescaldo das ultimas eleições deixo aqui a minha opinião. Do
meu ponto de vista a maioria dos que nos representam deveriam ser
escolhidos, interpelados, aqueles com provas dadas na sociedade, nos
seus postos de trabalho sejam eles quais forem. O esforço e trabalho
devem ser valorizados como contributo para o debate social. Em
contraponto ao profissionalismo politico ainda vigente. Penso que a
profissionalização da vida política, sem uma carreira profissional
e um trajeto autónomo, é mau para as pessoas, para a política e
logo para o País. Talvez só seja bom para o mediatismo.
Acredito
que os partidos conseguirão alterar a forma como as escolhas dos
seus representantes é feita. Sem ceder a grupos e pressões mas fiel
ao serviço que presta para o Pais. Qualquer escolha deve recair
sobre um carácter sério, honesto, rigoroso, trabalhador, empenhado
e dedicado às pessoas e aos seus problemas.
Julgo mesmo que, nos tempos que correm e face aos problemas atuais, as pessoas precisam de se reverem em pessoas com perfis menos mediáticos, mas mais competentes. Políticos que compreendam as dinâmicas sociais, os processos em curso e os caminhos de desenvolvimento e de melhoria das condições de vida para as pessoas, numa postura de proximidade, de simplicidade e serviço ao bem comum. Se tal for possível basta-me, como basta aos cidadãos comuns, que querem a politica como Serviço e não como Reino.

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