Para o PS não faz sentido os funcionários da saúde poderem trabalhar no privado e no público. Nova lei não teria efeitos retroactivos mas Seguro quer período de transição.
António José Seguro defende exclusividade dos trabalhadores do Estado na área da saúde.
O líder do PS assumiu que, caso venha a liderar um Governo, os trabalhadores na área da saúde terão de escolher entre o privado e o público: “Tem algum sentido haver trabalhadores que tanto trabalham no sector público como no privado? No nosso entender não.”
António José Seguro admite que uma nova lei neste sentido não pode ter efeitos retroactivos, mas prevê um período de adaptação: “Não pode ter uma aplicação retroactiva, mas pode ter uma aplicação para o futuro e haver um período em que aqueles que ainda estão a trabalhar nos dois sectores possam fazer a sua opção”.
Tudo isto, garante o líder do principal partido da oposição, “sem pôr em causa os cuidados de saúde prestados aos portugueses quer no público quer no privado”.
O líder do PS assumiu que, caso venha a liderar um Governo, os trabalhadores na área da saúde terão de escolher entre o privado e o público: “Tem algum sentido haver trabalhadores que tanto trabalham no sector público como no privado? No nosso entender não.”
António José Seguro admite que uma nova lei neste sentido não pode ter efeitos retroactivos, mas prevê um período de adaptação: “Não pode ter uma aplicação retroactiva, mas pode ter uma aplicação para o futuro e haver um período em que aqueles que ainda estão a trabalhar nos dois sectores possam fazer a sua opção”.
Tudo isto, garante o líder do principal partido da oposição, “sem pôr em causa os cuidados de saúde prestados aos portugueses quer no público quer no privado”.

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