sexta-feira, 26 de julho de 2013

Dádivas & ADSE


I Dádivas de Sangue


Para evitar a tradicional redução de dádivas de sangue durante o Verão, o Instituto do Sangue lança esta terça-feira uma campanha de sensibilização.
É feito um apelo para que os portugueses que não dão sangue há mais de seis meses o façam agora, principalmente os do grupo O e do grupo A, positivo e negativo.
A campanha apela também aos jovens para que tornem o Verão mais rico doando sangue pela primeira vez.
Para mobilizar os dadores, vão ser visíveis cartazes em várias cidades do país e anúncios nos meios de comunicação social.
Os pontos de recolha, que já existem em vários centros comerciais, vão ser alargados a supermercados.
Apesar da campanha, o Instituto do Sangue garante que não há falta de sangue. De acordo com o organismo, no primeiro semestre deste ano as dádivas aumentaram 4% em comparação com o ano passado.
Não custa nada ajudar.


II ….ainda a ADSE
Depois de andar a pagar aos privados com o calote sistemático aos hospitais públicos, de fechar os olhos à aldrabice das consultas em saldo compensadas com generosas margens noutras prestações vem agora a triste notícia da harmonização dos preços com o SNS. E ainda a procissão vai no adro. Se o Ministro decidir fazer a agulha da luta contra a fraude nesta área vai ter surpresas muito interessantes e uns bons milhões a mais de folga...

..."Ministério da Saúde poupou 33,6 milhões de euros em despesas da ADSE desde agosto
Menos 29 por cento do que se fossem aplicadas as tabelas não uniformizadas da ADSE.
O plano de uniformização de preços de despesas médicas entre a ADSE e o Serviço Nacional de Saúde (SNS) permitiu a poupança de 33,6 milhões de euros, até 30 de junho, em patologia clínica, radiologia e medicina nuclear.
Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados, a ADSE - Direção-Geral de Proteção Social dos Trabalhadores em Funções Públicas pagou, aos prestadores privados, 82.507.694 milhões de euros (ME) em despesas naquelas três áreas, desde agosto de 2012.Este montante - que representa menos 29 por cento do que se fossem aplicadas as tabelas não uniformizadas da ADSE -, refere-se a pagamentos de despesas desde 01 de agosto de 2012, no caso de patologia clínica, desde outubro do mesmo ano, na radiologia, e desde 01 de março deste ano, na medicina nuclear (inclui radioterapia).
Na patologia clínica, as despesas pagas consoante as tabelas do SNS permitiram uma poupança de 20,4 por cento, em relação aos valores anteriores de referência da ADSE.
A variação foi mais acentuada em radiologia, uma vez que a harmonização de preços entre a tabela ADSE e o SNS foi de menos 38,9 por cento, ou seja, uma poupança de 25.489.313 ME.Na medicina nuclear, registou-se uma variação positiva de 128,9 por cento, justificada pela inclusão dos radiofármacos nas técnicas imagiológicas, utilizadas nas prestações de serviços. Anteriormente, os radiofármacos, com pequenas quantidades de isótopos radioativos, eram pagos além do preço estipulado em tabela a preço de custo, e a ADSE ressarcia o custo direto de acordo com cada prestador de serviço. Os novos preços dos radiofármacos foram fixados de acordo com informação de auditoria da Inspeção Geral de Atividades em Saúde, junto dos prestadores públicos e privados. Nas três áreas, a despesa bruta, caso fosse aplicada a tabela anterior da ADSE seria de 116.150.9560 ME, mas a harmonização permitiu pagar apenas 82.507.694 ME, de acordo com os números do Ministério da Saúde. 
 
E ainda não são conhecidos os números relativos a cirurgia e outras áreas médicas...

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