O Estado tem que perceber que as leis que destroem a família também causa danos graves na sociedade, afirmou o bispo auxiliar de Lisboa D. Nuno Brás, no programa de actualidade cristã das quartas-feiras na Renascença.
“Parece-me importante que o próprio Estado perceba que destruir a família através de leis, de normas e de facilitar desde o divórcio, até tudo o resto, traz consigo um destruir da sociedade, são as bases da própria sociedade”, adverte D. Nuno Brás.
Em plena Semana da Família, o bispo auxiliar de Lisboa defende que “não é a sociedade que constrói a família, é a família que constrói a sociedade. Assim como temos a família, assim teremos a sociedade”.
Outro tema em destaque no programa de actualidade cristã das quartas-feiras da Renascença foram a consagração do pontificado do Papa Francisco e da Jornada Mundial da Juventude a Nossa Senhora.
Participam no debate a jornalista vaticanista Aura Miguel, o juiz Pedro Vaz Patto e o bispo auxiliar de Lisboa D. Nuno Brás.
“Parece-me importante que o próprio Estado perceba que destruir a família através de leis, de normas e de facilitar desde o divórcio, até tudo o resto, traz consigo um destruir da sociedade, são as bases da própria sociedade”, adverte D. Nuno Brás.
Em plena Semana da Família, o bispo auxiliar de Lisboa defende que “não é a sociedade que constrói a família, é a família que constrói a sociedade. Assim como temos a família, assim teremos a sociedade”.
Outro tema em destaque no programa de actualidade cristã das quartas-feiras da Renascença foram a consagração do pontificado do Papa Francisco e da Jornada Mundial da Juventude a Nossa Senhora.
Participam no debate a jornalista vaticanista Aura Miguel, o juiz Pedro Vaz Patto e o bispo auxiliar de Lisboa D. Nuno Brás.
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